Última atualização: 28 de outubro de 2026
Esta política explica, de forma simples, quais dados pessoais a gente recebe, para que usa, com quem compartilha, por quanto tempo guarda e como você pode exercer os seus direitos. Ela segue a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018, a LGPD).
1. Quem é responsável pelos seus dados
A controladora dos dados pessoais tratados por meio deste site, dos nossos anúncios e do nosso WhatsApp é:
LITZA AONI SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA
CNPJ 59.252.885/0001-69
Vitória/ES
Responsável técnica: Litza Aoni, advogada, OAB/ES 33.902
Contato para assuntos de privacidade: WhatsApp (28) 99993-1005. Os pedidos sobre dados pessoais são respondidos pela própria Litza Aoni, por esse canal.
2. O site e o Diagnóstico Sandbox
O site aoniadvocacia.com é informativo. Ele não tem cadastro nem login.
O único formulário do site é o do Diagnóstico Sandbox (aoniadvocacia.com/diagnostico). Antes de mostrar o resultado, ele pede o seu nome, WhatsApp, e-mail e o nome da associação. Quando você envia, esses dados, as respostas que você marcou e a pontuação do diagnóstico chegam até a gente pelo Netlify Forms, o serviço de formulários da empresa que hospeda o site.
Se, depois do resultado, você clicar no botão para falar no WhatsApp, chega também o que você escrever ou enviar na conversa.
3. Quais dados a gente recebe e de onde vêm
Formulário de anúncio na Meta (Facebook e Instagram). Quando você preenche o formulário de um anúncio nosso, a gente recebe:
- nome e cargo;
- nome da associação e cidade;
- número aproximado de associados;
- CNPJ da associação, se houver;
- se você decide sobre as questões jurídicas da associação;
- telefone.
Diagnóstico Sandbox, no site. Quando você envia o diagnóstico, a gente recebe:
- nome;
- WhatsApp;
- e-mail;
- nome da associação;
- as respostas de cada ponto do diagnóstico e a pontuação (geral e por área).
O diagnóstico só pergunta se cada item existe na associação. Ele não pede documento, laudo, prescrição, nome de paciente nem dado de associado.
Conversa no WhatsApp. Quando você fala com a gente pelo WhatsApp, a gente recebe o seu nome e número como aparecem no aplicativo e tudo o que você enviar na conversa (mensagens, áudios, arquivos e links, como o link de uma planilha de diagnóstico que você queira compartilhar).
A gente não pede, nesses canais, dados de saúde, documentos, laudos, prescrições ou dados de associados e pacientes. Se você enviar informação desse tipo por conta própria, por exemplo para explicar o seu caso, ela é tratada com o sigilo profissional da advocacia e usada só para analisar e responder ao seu pedido.
4. Para que a gente usa os seus dados
- Responder ao seu contato.
- Enviar o diagnóstico ou o material que você pediu.
- Mandar o resultado do Diagnóstico Sandbox e falar com você, pelo WhatsApp ou por e-mail, sobre o diagnóstico e os serviços do escritório.
- Agendar e realizar a reunião que você solicitou.
- Analisar o seu caso e, se fizer sentido, apresentar uma proposta de serviço.
- Depois do primeiro contato, mandar novidades e conteúdos sobre o direito canábico pelo WhatsApp ou por e-mail. Se não quiser mais receber, é só responder a mensagem pedindo para parar, e a gente tira o seu contato da lista.
A gente não vende os seus dados e não usa os seus dados para finalidade diferente das listadas aqui.
5. Base legal
- Para responder ao contato, enviar o diagnóstico e o resultado do Diagnóstico Sandbox, falar com você sobre ele e sobre os serviços do escritório e agendar a reunião: procedimentos preliminares relacionados a um possível contrato, feitos a seu pedido (art. 7º, V, da LGPD).
- Para mandar novidades e conteúdos depois do primeiro contato: legítimo interesse (art. 7º, IX, da LGPD), sempre com a opção de pedir para parar a qualquer momento.
- Para guardar registros depois do atendimento, quando necessário: cumprimento de obrigação legal ou regulatória e exercício regular de direitos (art. 7º, II e VI, da LGPD).
- Se você enviar dado sensível, como informação de saúde: exercício regular de direitos, inclusive em contrato e em processo judicial ou administrativo (art. 11, II, "d", da LGPD).
6. Com quem a gente compartilha
A gente só compartilha dados com as ferramentas necessárias para o atendimento funcionar. Elas tratam os dados por nossa conta (são operadoras, nos termos da LGPD):
- Meta Platforms (Facebook e Instagram), que hospeda o formulário de anúncio.
- WhatsApp, por onde acontece a conversa.
- Advogue, sistema de atendimento com inteligência artificial no WhatsApp, que pode responder às primeiras mensagens e organizar os contatos.
- Google, quando a planilha de diagnóstico é compartilhada pelo Google Planilhas.
- Google Meet, usado nas reuniões por videochamada.
- Netlify, empresa que hospeda o site e que recebe e guarda os envios do formulário do Diagnóstico Sandbox (Netlify Forms). A cada envio, pode chegar um aviso com os dados no e-mail da Litza Aoni.
Algumas dessas empresas guardam dados em servidores fora do Brasil. Nesses casos, a transferência segue as regras da LGPD para transferência internacional (art. 33).
Os dados também podem ser compartilhados quando a lei exigir ou por ordem de autoridade competente.
7. Por quanto tempo a gente guarda
- Contato que não vira cliente, inclusive quem enviou o Diagnóstico Sandbox: até 12 meses depois da última conversa (ou do envio do diagnóstico, se não houve conversa), e depois os dados são apagados, também no Netlify.
- Contato que vira cliente: pelo tempo do contrato e, depois dele, pelo prazo necessário para cumprir obrigações legais e para o exercício regular de direitos.
Você pode pedir a exclusão antes disso, como explicado no item 8.
8. Os seus direitos
Pela LGPD, você pode, a qualquer momento:
- confirmar se a gente trata dados seus e ter acesso a eles;
- corrigir dados incompletos, errados ou desatualizados;
- pedir a anonimização, o bloqueio ou a exclusão de dados desnecessários ou tratados em desacordo com a lei;
- pedir a portabilidade dos dados;
- pedir a exclusão dos dados tratados com o seu consentimento e revogar esse consentimento;
- saber com quem os seus dados foram compartilhados;
- se opor a um tratamento que você considere irregular.
Para exercer qualquer um desses direitos, manda uma mensagem no WhatsApp (28) 99993-1005 dizendo o que você quer. A gente pode pedir uma confirmação de que o pedido é seu, para proteger os seus dados. A resposta vem em até 15 dias.
Se achar que o seu pedido não foi atendido, você também pode procurar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Alguns dados podem precisar ser guardados mesmo depois do pedido de exclusão, quando a lei exigir ou para o exercício regular de direitos. Quando for o caso, a gente explica o motivo.
9. Cookies
O site não usa cookies próprios nem ferramentas de rastreamento ou de anúncio. O formulário do Diagnóstico Sandbox envia só os dados que você preenche e não instala cookies de rastreamento.
As fontes de letra do site são carregadas do Google Fonts. Para entregar as fontes, o Google recebe dados técnicos de acesso, como o endereço IP e o tipo de navegador, conforme a política de privacidade do próprio Google.
Na parte do podcast, os episódios do YouTube só carregam quando você clica para assistir. A partir desse clique, o vídeo vem do youtube-nocookie.com, do Google/YouTube, que pode receber o seu endereço IP e dados do navegador e instalar os próprios cookies, conforme as regras do YouTube.
10. Segurança
A gente adota medidas razoáveis para proteger os dados contra acesso não autorizado, perda ou uso indevido, como acesso restrito às conversas e aos registros de contato. Nenhum sistema é totalmente imune a falhas. Se acontecer um incidente que possa trazer risco ou dano relevante, a gente comunica você e a ANPD, como a lei determina.
11. Mudanças nesta política
Esta política pode ser atualizada quando mudar a forma como a gente trata dados ou quando a lei exigir. A data da última atualização fica sempre no começo desta página.
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